quarta-feira, 21 de maio de 2008

A PAZ QUE, DEFINITIVAMENTE, EU NÃO QUERO


A minha alma
Está armada e apontada
Para a cara do sossego
Pois paz sem voz
Não é paz, é medo

Às vezes eu falo com a vida
Às vezes é ela quem diz
Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz

As grades do condomínio
São pra trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que está nessa prisão

Me abrace, me dê um beijo
Faça um filho comigo
Mas não me deixe
Sentar na poltrona
Num dia de domingo


Procurando novas drogas de aluguel
Nesse vídeo coagido
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

2 comentários:

TIAGO FERNANDES disse...

“Ser feliz não é ter uma vida perfeita, sem dor e sem lágrimas; mas saber usar as lágrimas para regar a esperança e a alegria de viver. Ser feliz é saber usar as pedras nas quais tropeçamos para reforçar as bases da paciência e da tolerância. Não é apenas se encantar com os aplausos e elogios; mas saber encontrar uma alegria perene no anonimato.” (Profº Felipe).

Podemos tentar, não é mesmo? A esperança (apesar de você não se simpatizar com ela, rsrs) dizem que é a última que morre. Pensamentos podem ser mudados!

Fique bem!

Pattiê, disse...

Mas eu estou bem! rsrs... E pra mim, particularmente, "a esperança é a última uqe fica de porre..."

:-)